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Primeira coleção

Insetinhos com genética de verdade.

Abelhas, besouros, aranhas e joaninhas que cruzam entre si. Cada bichinho carrega o que mostra e o que esconde, e uma característica rara pode pular gerações antes de reaparecer no seu terrário.

As quatro espécies

Cada uma com a cara dela

Corpo diferente, jeito diferente, e uma característica de topo que só ela tem. O que muda de espécie para espécie é a forma; a genética por baixo é a mesma.

Abelha
Listras largas em amarelo e preto sobre o corpo. As asas mudam de geração para geração, e as melhores não se encontram por aí.
Corpo baseClássica
Besouro
Élitro fosco em marrom terra. É o mais discreto dos quatro na largada, e o que mais surpreende depois de algumas gerações.
Corpo baseMarrom Terra
Aranha
Oito patas e quelíceras. No lugar de asas ela carrega marcas nas costas, e algumas dessas marcas quase ninguém tem.
Corpo baseMarrom de Jardim
Joaninha
Vermelho clássico de sete pintas. Cruza com qualquer uma das outras três e passa adiante o que carrega escondido.
Corpo baseVermelha Clássica

Sem barreira de espécie

Qualquer uma cruza com qualquer uma

Não existe par proibido no terrário. Uma abelha e uma aranha têm filhote, e a espécie que sai é cara ou coroa entre a mãe e o pai. O resto da aparência vem da genética dos dois, misturada.

  • AbelhaAranhaAbelha ou Aranha
  • JoaninhaBesouroJoaninha ou Besouro
  • AranhaJoaninhaAranha ou Joaninha

Três pares possíveis, entre muitos. A espécie do filhote é meio a meio; tudo o mais é sorteio.

O que muda de um bichinho para outro

A aparência é montada peça por peça, e cada peça tem um punhado de versões possíveis. Quantas exatamente, você descobre criando.

  • Corpo
  • Desenho
  • Olhos
  • Asas e marcas
  • Patas
  • Antenas

O ovo não entrega nada

Toda casca é branca e igual. O símbolo na frente diz apenas de qual espécie é o filhote, porque pais de espécies diferentes podem gerar qualquer uma das duas. Cor, desenho e o que ele carrega escondido só aparecem ao chocar.

O oculto é segredo mesmo

A versão guardada não aparece em lugar nenhum antes da hora, nem para quem é dono do bichinho. Ela só se revela quando nasce um filhote que a expressa.

Toda linhagem fica registrada

Cada bichinho tem um código único, uma página própria e uma árvore de família pública de quatro gerações. Dá para seguir de onde veio aquele par de asas que ninguém mais tem, e provar que a linhagem é sua.